Imóveis são popularmente conhecidos como investimentos seguros. Nos últimos dois anos, a valorização dos preços fez com que alguns investidores obtivessem um grande retorno do capital investido, mas qual é o perfil desses investidores? E a que fatores eles devem se atentar ao investir num imóvel?
De acordo com Silvio Chaimovitz, CEO da ACS Incorporadora, é muito importante que o investidor analise com atenção os fatores que podem fazer com que ele obtenha o ganho estimado, ou seja, localização, produto e preço do imóvel. O investidor que adquire um imóvel para gerar renda ou para vender o imóvel pronto para ganhar a valorização precisa atentar-se ainda ao valor médio pago no aluguel e se na região existe perspectiva de valorização.
“Hoje o perfil do investidor brasileiro que prevalece no mercado é o pequeno investidor, que quer renda extra e busca diversificar os seus investimentos. Esse investidor geralmente procura imóveis comerciais de tamanho pequeno, ou seja, salas comerciais de 40m² em média, bem como pequenos apartamentos residenciais bem localizados para locação”, diz.
A credibilidade é determinante na hora de fechar negócio em qualquer tipo de mercado. E no mercado de imóveis não podia ser diferente. É fundamental que o investidor saiba de quem está comprando o imóvel, visto que trata-se de um bem de entrega futura. Além disso, os investidores devem estar bem informados sobre a incorporadora que é responsável pelo lançamento do imóvel e planejarem-se financeiramente para ter a certeza de que terão condições de arcar com os custos assumidos na compra do bem.
De acordo com Chaimovitz, o mercado está voltado para produtos menores, porém dependendo da localização, o produto pode ter suas características alteradas. “No último ano, o mercado apontou a tendência para produtos de tamanho pequeno e salas comerciais. E o mercado de imóveis deve continuar aquecido e valorizado”, ressalta.
Fonte: R7
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sexta-feira, 9 de março de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Aluguel: inflação medida pelo IGP-M acumula alta de 4,53% em 12 meses
Fonte:Infomoney
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta segunda-feira (30), a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de janeiro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice serve como balizador para o reajuste de aluguéis e, no acumulado dos últimos 12 meses terminados em janeiro, ficou em 4,53% .
No primeiro mês do ano, a variação é de 0,25%, 0,37 ponto percentual maior que a apurada em dezembro, quando a inflação variou -0,12%.
Em janeiro, os preços medidos pelo IPA (Índice de Preços por Atacado) passaram de -0,48% para deflação de 0,07%. Já a inflação averiguada pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) ficou em 0,67%, contra 0,35% da última medição.
A categoria de mão-de-obra ficou com inflação de 0,98% na apuração atual, enquanto os preços dos materiais, equipamentos e serviços registraram variação de 0,35%.
Altas e baixas
No que diz respeito à inflação medida pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, esta apresentou aceleração no período estudado, ficando em 0,97%, contra 0,71% um mês antes.
As principais contribuições para o resultado partiram dos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,44% para 3,33%), Transportes (0,53% para 0,76%) e Alimentação (1,24% para 1,47%), que refletiram as variações nos preços dos cursos formais (0,00% para 5,50%), tarifa de ônibus urbano (0,00% para 1,61%) e hortaliças e legumes (-3,92% para 8,43%).
Os grupos Habitação (0,38% para 0,32%), Vestuário (1,10% para 0,04%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,64% para 0,48%) e Despesas Diversas (0,37% para 0,27%) apresentaram movimento contrário entre dezembro e janeiro.
IGP-M
O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem a inflação de itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros.
O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta segunda-feira (30), a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de janeiro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice serve como balizador para o reajuste de aluguéis e, no acumulado dos últimos 12 meses terminados em janeiro, ficou em 4,53% .
No primeiro mês do ano, a variação é de 0,25%, 0,37 ponto percentual maior que a apurada em dezembro, quando a inflação variou -0,12%.
Em janeiro, os preços medidos pelo IPA (Índice de Preços por Atacado) passaram de -0,48% para deflação de 0,07%. Já a inflação averiguada pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) ficou em 0,67%, contra 0,35% da última medição.
A categoria de mão-de-obra ficou com inflação de 0,98% na apuração atual, enquanto os preços dos materiais, equipamentos e serviços registraram variação de 0,35%.
Altas e baixas
No que diz respeito à inflação medida pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, esta apresentou aceleração no período estudado, ficando em 0,97%, contra 0,71% um mês antes.
As principais contribuições para o resultado partiram dos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,44% para 3,33%), Transportes (0,53% para 0,76%) e Alimentação (1,24% para 1,47%), que refletiram as variações nos preços dos cursos formais (0,00% para 5,50%), tarifa de ônibus urbano (0,00% para 1,61%) e hortaliças e legumes (-3,92% para 8,43%).
Os grupos Habitação (0,38% para 0,32%), Vestuário (1,10% para 0,04%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,64% para 0,48%) e Despesas Diversas (0,37% para 0,27%) apresentaram movimento contrário entre dezembro e janeiro.
IGP-M
O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem a inflação de itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros.
O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Para vender mais identifique os objetivos da compra
Economize suas palavras, fale menos e ouça mais. Desvende os sonhos não aparentes dos clientes em relação aos produtos ou serviços a vender.Procure conhecer melhor o cliente. Use estratégias e perguntas para se aprofundar sobre as necessidades e vontades do cliente.
Evite acreditar no óbvio. Lembre-se, você não é um simples atendente, limitado a atender o cliente. No geral, compradores são como iceberg escondendo o potencial verdadeiro. Busque treinar essa habilidade e transforme-se em especialista em descobrir necessidades ocultas.
Encontre as razões da compra, usando a mesma linguagem entrando em sintonia com o comprador.
Seja interativo, estabelecendo um relacionamento saudável. Desta forma, abrirá portas de oportunidades para vender outros produtos relacionados.
Pergunte, esta é a melhor forma de aprender ouvir. Use a técnica de perguntas fechadas e abertas. As perguntas abertas ajudam o cliente a falar expressando suas opiniões e interesses, já as fechadas conduzem o mesmo a um caminho previamente estabelecido para fechamento da venda
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Dicas de especialista para a valorização do imóvel
Nesta época de facilidades para compra de imóvel, o mercado de usados é beneficiado também pelo movimento de proprietários que negociam a antiga moradia para comprar uma nova. A infraestrutura existente no entorno da casa ou apartamento - tais como escolas, postos de saúde, supermercados, linhas de onibus e shoppings - é elemento de valorização que independe do seu dono. Porém, manter a habitação em boas condições de uso, e mesmo reformá-la de acordo com as tendências do mercado faz importante diferença, para maior, no caso da venda.
No caso de negociação, cozinhas, garagens e banheiros amplos aumentam o lucro do proprietário, contudo, de acordo com o diretor de Condomínios da Primar Administradora de Bens, advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, nem todas as modificações influenciam de maneira positiva o valor do imóvel.
"A principal recomendação no que diz respeito a reformas é não fazer alterações com o objetivo de deixar o imóvel personalizado conforme os gostos pessoais. Imagine um imóvel com detalhes que remetem a animais, o que pode não agradar o gosto dos possíveis compradores. As reformas devem ter caráter funcional, ou seja, atender as demandas do mercado. Personalizar um bem deprecia o seu valor”, alerta Freitas, que também é diretor de Locações da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi).
O especialista diz que custo, qualidade e utilidade são as três bases de sustentação de qualquer reforma no imóvel. As alterações não devem ter um custo alto comparado com o valor da construção, pois corre-se o risco de não conseguir recuperar o investimento. “A qualidade dos materiais utilizados também é fundamental. O ideal é pesquisar os preços e verificar a qualidade e procedência, evitando a compra de algo ruim, independente do valor. O serviço deve ser bem feito e a reforma deve ser realizada visando à utilidade”, observa.
De acordo com o diretor da carioca Primar - que neste mês inaugura filial na Barra da Tijuca, os cômodos mais importantes para a valorização do imóvel são a cozinha e o banheiro. Atualmente, diz ele, as casas e apartamentos novos não dispõem de grandes espaços, e muitos preferem imóveis com ambientes amplos.
“A cozinha é um lugar de integração, perfeita para as reuniões em família na hora das refeições. Por isso, cômodos com fácil passagem, superfícies resistentes e pisos e revestimentos fáceis de limpar são mais valorizados”, considera.
Os banheiros e os equipamentos, considera Freitas, também podem aumentar significativamente o valor de um imóvel. "Um banheiro no quarto principal e mesmo mais de uma suíte são considerados diferenciais. Esse ambiente deve ter um bom tamanho, com box e espaço confortável para o vaso sanitário. Vale investir nos encanamentos, porque mesmo não sendo visíveis, as boas condições da infraestrutura do imóvel são imprescindíveis. As banheiras contribuem para aumentar o preço do imóvel”, acrescenta.
Conforme o especialista, o acabamento deve ser de qualidade, com cores discretas e resistência. Ele diz que a cerâmica, granito ou madeira são os materiais mais indicados para o piso, enquanto o carpete não é recomendado, principalmente pelos aspectos de higiene e saúde. “A limpeza é outro fator que influencia na hora de comercializar o imóvel, podendo acrescentar uma boa porcentagem no valor. Um local limpo e organizado passa uma boa imagem e realça os pontos fortes da edificação”, destaca.
Em se tratando de casa, acrescenta o especialista, a garagem e a área externa também contam pontos na hora de vender ou alugar o imóvel. "No jardim, a grama deve ser aparada, árvores podadas, as flores bem cuidadas, e nada de deixar a horta cheia de mato. Quanto às garagens, os compradores apreciam as amplas, que acomodem, pelo menos, dois carros. O visual externo do imóvel tem que ser arejado e iluminado e a cor externa deve ser clara, aumentando as chances do negócio ser concretizado”, finaliza o diretor de Condomínios da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel de Oliveira Freitas.
No caso de negociação, cozinhas, garagens e banheiros amplos aumentam o lucro do proprietário, contudo, de acordo com o diretor de Condomínios da Primar Administradora de Bens, advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, nem todas as modificações influenciam de maneira positiva o valor do imóvel.
"A principal recomendação no que diz respeito a reformas é não fazer alterações com o objetivo de deixar o imóvel personalizado conforme os gostos pessoais. Imagine um imóvel com detalhes que remetem a animais, o que pode não agradar o gosto dos possíveis compradores. As reformas devem ter caráter funcional, ou seja, atender as demandas do mercado. Personalizar um bem deprecia o seu valor”, alerta Freitas, que também é diretor de Locações da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi).
O especialista diz que custo, qualidade e utilidade são as três bases de sustentação de qualquer reforma no imóvel. As alterações não devem ter um custo alto comparado com o valor da construção, pois corre-se o risco de não conseguir recuperar o investimento. “A qualidade dos materiais utilizados também é fundamental. O ideal é pesquisar os preços e verificar a qualidade e procedência, evitando a compra de algo ruim, independente do valor. O serviço deve ser bem feito e a reforma deve ser realizada visando à utilidade”, observa.
De acordo com o diretor da carioca Primar - que neste mês inaugura filial na Barra da Tijuca, os cômodos mais importantes para a valorização do imóvel são a cozinha e o banheiro. Atualmente, diz ele, as casas e apartamentos novos não dispõem de grandes espaços, e muitos preferem imóveis com ambientes amplos.
“A cozinha é um lugar de integração, perfeita para as reuniões em família na hora das refeições. Por isso, cômodos com fácil passagem, superfícies resistentes e pisos e revestimentos fáceis de limpar são mais valorizados”, considera.
Os banheiros e os equipamentos, considera Freitas, também podem aumentar significativamente o valor de um imóvel. "Um banheiro no quarto principal e mesmo mais de uma suíte são considerados diferenciais. Esse ambiente deve ter um bom tamanho, com box e espaço confortável para o vaso sanitário. Vale investir nos encanamentos, porque mesmo não sendo visíveis, as boas condições da infraestrutura do imóvel são imprescindíveis. As banheiras contribuem para aumentar o preço do imóvel”, acrescenta.
Conforme o especialista, o acabamento deve ser de qualidade, com cores discretas e resistência. Ele diz que a cerâmica, granito ou madeira são os materiais mais indicados para o piso, enquanto o carpete não é recomendado, principalmente pelos aspectos de higiene e saúde. “A limpeza é outro fator que influencia na hora de comercializar o imóvel, podendo acrescentar uma boa porcentagem no valor. Um local limpo e organizado passa uma boa imagem e realça os pontos fortes da edificação”, destaca.
Em se tratando de casa, acrescenta o especialista, a garagem e a área externa também contam pontos na hora de vender ou alugar o imóvel. "No jardim, a grama deve ser aparada, árvores podadas, as flores bem cuidadas, e nada de deixar a horta cheia de mato. Quanto às garagens, os compradores apreciam as amplas, que acomodem, pelo menos, dois carros. O visual externo do imóvel tem que ser arejado e iluminado e a cor externa deve ser clara, aumentando as chances do negócio ser concretizado”, finaliza o diretor de Condomínios da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel de Oliveira Freitas.
FINANCIAMENTO TABELA PRICE VS SAC
Os financiamentos de longo prazo são normalmente nas modalidades Tabela Price ou Tabela SAC. A primeira é utilizada em quase todos os financiamentos de carros, e sua principal característica é o valor fixo das prestações. Já a Tabela SAC possui prestações decrescentes e é muito usada nos financiamentos de imóveis da Caixa Econômica. Como regra geral, as parcelas iniciais na SAC são bem maiores que na Price, mas vão decrescendo até atingirem valores bem inferiores ao da Price. Veja um gráfico comparando as duas modalidades:
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